Charles-Arnold Kurr van Gennep (Ludwigsburg, 23 de abril de 1873 — Bourg-la-Reine, 7 de maio de 1957) foi um antropólogo francês. Ele é mais conhecido por suas descobertas sobre os ritos de passagem, mas também contribuiu muito no campo do folclore europeu propondo a substituição da orientação histórica e de busca das origens por uma abordagem etnográfica comparativa.
Van Gennep fez um estudo sistemático dos cerimoniais que em diversas sociedades marcam a transição dos indivíduos de um status para outro. Estas cerimónias assinalam transições importantes no desenvolvimento do indivíduo, em particular aquelas que demarcam a passagem de uma fase para outra. Em muitas sociedades, por exemplo, a passagem para a condição de adulto é tão dramatizada que é vista como uma grande mudança – como se a criança morresse e o adulto fosse outra pessoa. Muitas vezes chega-se ao ponto de atribuir um novo nome a este que parece ter passado por uma iniciação e, magicamente, de lagarta tornou-se borboleta. As características desses ritos dependem principalmente do estilo de vida do povo em causa e do sexo da pessoa iniciada, pois as provas incluídas nas cerimónias pretendem ser uma preparação para a vida e uma ocasião para o iniciado demonstrar as suas qualidades. Esta é a hora conhecida como pupa ou crisálida: ninguém resiste ao fio tênue da vida, ainda mais quando ela não te larga.
Ao analisar certos ritos, Van Gennep concluiu que a maioria deles observava uma sequência que incluía fases que denominou de "separação", "transição" e "incorporação" e que a representação simbólica da morte e da reencarnação presente em tais ritos ilustrava muito bem os princípios de renovação indispensáveis à vida, ou melhor, a tudo aquilo que regenera, demostrando uma força vital e revolucionária onde se acreditava que a mesmície reinava. O seu conceito de "regeneração social" vem daí: quando o indivíduo se encontra em estado de suspensão, desvinculado da condição anterior mas ainda não incorporado plenamente à nova condição, ele acaba por caducar e até mesmo levitar já que se situa fora das áreas normais de controle normativo e, mesmo necessitando assumir urgentemente uma nova posição que lhe assegure um lugar dentro dos valores do grupo, fica normalmente com falta de ar, procurando verbos que tenham este elemento aéreo como sufixo.
Festejar e celebrar é só o início.
Van Gennep fez um estudo sistemático dos cerimoniais que em diversas sociedades marcam a transição dos indivíduos de um status para outro. Estas cerimónias assinalam transições importantes no desenvolvimento do indivíduo, em particular aquelas que demarcam a passagem de uma fase para outra. Em muitas sociedades, por exemplo, a passagem para a condição de adulto é tão dramatizada que é vista como uma grande mudança – como se a criança morresse e o adulto fosse outra pessoa. Muitas vezes chega-se ao ponto de atribuir um novo nome a este que parece ter passado por uma iniciação e, magicamente, de lagarta tornou-se borboleta. As características desses ritos dependem principalmente do estilo de vida do povo em causa e do sexo da pessoa iniciada, pois as provas incluídas nas cerimónias pretendem ser uma preparação para a vida e uma ocasião para o iniciado demonstrar as suas qualidades. Esta é a hora conhecida como pupa ou crisálida: ninguém resiste ao fio tênue da vida, ainda mais quando ela não te larga.
Ao analisar certos ritos, Van Gennep concluiu que a maioria deles observava uma sequência que incluía fases que denominou de "separação", "transição" e "incorporação" e que a representação simbólica da morte e da reencarnação presente em tais ritos ilustrava muito bem os princípios de renovação indispensáveis à vida, ou melhor, a tudo aquilo que regenera, demostrando uma força vital e revolucionária onde se acreditava que a mesmície reinava. O seu conceito de "regeneração social" vem daí: quando o indivíduo se encontra em estado de suspensão, desvinculado da condição anterior mas ainda não incorporado plenamente à nova condição, ele acaba por caducar e até mesmo levitar já que se situa fora das áreas normais de controle normativo e, mesmo necessitando assumir urgentemente uma nova posição que lhe assegure um lugar dentro dos valores do grupo, fica normalmente com falta de ar, procurando verbos que tenham este elemento aéreo como sufixo.
Festejar e celebrar é só o início.
VIAGEM ORDINÁRIA 1
VIAGEM ORDINÁRIA 2
VIAGEM ORDINÁRIA 3
VIAGEM ORDINÁRIA 4
VIAGEM ORDINÁRIA 5
VIAGEM EXTRAORDINÁRIA 1
VIAGEM EXTRAORDINÁRIA 2
VIAGEM EXTRAORDINÁRIA 3
VIAGEM EXTRAORDINÁRIA 4
VIAGEM EXTRAORDINÁRIA 5
VIAGEM EXTRAORDINÁRIA 6
VIAGEM EXTRAORDINÁRIA 7
EN FIN
legal, edil!
ResponderExcluirnada como desbravar um novo mundo, né?
vou acompanhando tudo por aqui, vá mandando notícias.
boa jornada.
beijo,
cristina